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quinta-feira, setembro 13, 2012
Desenho02
"Como tu sabes, nesta coisa de desenhar e determinar proporções, há um momento em que, quando já se tirou as medidas ao modelo, as distâncias acabam por vir, de forma instintiva. Certamente, é como que uma comunhão entre o cálculo mental e o espaço do quadro; um acordo estabelecido entre a mente e a mão. E, a partir desse momento, quando o artista desenha e traça, fitando o modelo, olhando o desenho, voltando a observar o modelo, termina, sem quaisquer preocupações, o desenho."
2012
sábado, setembro 08, 2012
Terapia do Desenho.
Obra 2010
O passado já lá vai, e o presente resume-se ao passado juntamente com o agora, e juntamente com as ideias de futuro.
As acrobacias da vida dão que pensar, e é incrível como no desenho podemos encontrar o nosso problema interior. Às vezes trata-se de gostos pessoais, mas na maioria ali se esconde o verdadeiro sentimento. Existe um livro que provavelmente vou comprar... terapia do desenho, parece-me interessante.
O que a mão desenha por vezes é o que o coração nos quer dizer. Ás vezes não se trata de desenhar mal, ou desenhar torto... são apenas desequilíbrios interior que nos bloqueiam as acções certas. Pensa.
2012
sábado, agosto 18, 2012
Casamento.
Hoje é dia de casamento por estes lados ! ! !
Roupa bonita, comida boa. doces "com fartura" !
Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm !
2012
sexta-feira, agosto 17, 2012
A atitude de quem está a DESENHAR.
"Um desenho pode variar quanto varia a atitude de quem está a desenhar. Quero com isto dizer que pode estar a desenhar-se pura e simplesmente para aprender a desenhar, para praticar o que se aprendeu, para desenhar um objecto que está perante os olhos, desenhar de imaginação memórias visuais ou divagações da mão ou da mente sobre coisas que se inventam e não existem, estando neste caso ainda todos os projectos em desenho de coisas a construir, ou de coisas que se projectam sem a intenção de construir e que só existem em desenho. Podemos fazer desenhos não concretos, e não representativos, em que o assunto do desenho são os próprios elementos, como acontece com o desenho abstracto.
Um desenho pode ainda existir para os outros verem, ou para os outros não verem.
Dizer atitude a desenhar é uma maneira de tentar abarcar as variadíssimas maneiras e razões como e pelos quais se pode fazer um desenho. Lembrando porém o que afirma Matisse, "um bom desenho deve ser como um cesto de que não se pode tirar uma palha sem deixar um buraco".
Detalhando um pouco cada uma das atitudes, tentar-se-ão entrar exemplos de desenhos que manifestem essa maneira de fazer. Esta enumeração pelo facto de ordenar não implica que as atitudes a desenhar sejam estanques. Digamos que, para simplificar, existe uma tendência na atitude que desencadeia o desenho, que depois se mantém ou altera à medida do trabalho."
"O que é DESENHO"
Ana Leonor M. Madeira Rodrigues
1º Edição 2003
Quimera Editora
2012
segunda-feira, agosto 13, 2012
domingo, julho 29, 2012
Anotação.
Anotação/Velocidade/Fragmento
"O desenho pode, a determinada altura já nem coincidir com o seu assunto. Ou coincide parcialmente. Então é preciso continua-lo. Ou fazer outro. Ou iniciar uma serie. São aos bocados. E, ao mesmo tempo, são um todo significante. Esquisso, esboço, anotação são nomes que andam à volta das noções de "acabado", do concluído, do irresoluto, do descontinuado, do interrompido, etc..."
Áreas de Problematização no Desenho
2012
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